quinta-feira, 27 de setembro de 2007

Grêmio Campeão da Copa do Brasil 2001


Grêmio
- 12 jogos
- 8 vitórias
- 2 empates
- 2 derrotas
- 25 gols pró
- 14 gols contra


Goleadores do Grêmio
Marcelinho Paraíba -6
Zinho - 5
Luiz Mário - 4
Anderson - 3
Marinho - 2
Rodrigo Mendes- 2
Warley - 2
Rubens Cardoso- 1
Eduardo Costa - 1



Copa do Brasil 2001
64 participantes
117 Jogos
371 gols
3,18 média de gols


Artilheiros
Washington (Ponte Preta) - 11 gols
França (São Paulo) - 8 gols
Éwerthon (Corinthians) - 7 gols
Marcelinho (Corinthians) - 6 gols

Jornais e Revistas

Wianey Carlet
Publicado em 18/6/01 - Zero Hora

"Tite, tetra, tchê

Dois títulos em três competições disputadas, nada mal para um time que até três meses atrás era tido como incapaz de grandes proezas. Ontem foi no Morumbi, contra o poderosíssimo Corinthians, do não menos
poderoso fundo de pensão norte-americano, tradicional clube do riquíssimo Estado de São Paulo edono de uma das mais fiéis torcidas do país. Agora já são seis títulos nacionais, o que faz do Grêmio um supecampeão, três deles buscados fora do Olímpico, fato que credencia o clube como um autêntico vencedor, seja em que terreno for. Esta Copa do Brasil te sotaque gaúcho, tchê! É a quarta do Grêmio e a primeira do senhor Adenor Bachi, o excepcional Tite, que em seis meses organizou em grande time e já atravessou no peito duas faixas de campeão. A Copa do Brasil deste ano tem em grande vencedor. Nem o mais desvairado corintiano pode negar. O Brasil é azul. Na São Paulo do apagão, Tite apagou a estrela de Luxemburgo. Tite é tetra, tchê!

Para tornar-se o clube brasileiro que mais conquistou títulos nacionais, o Grêmio contou como principal arma o seu apego pelo futebol de alta competitividade. Sempre que conseguiu sintonizar-se com a sua histórica identidade, como está conseguindo, chegou a grandes conquistas.

Desta vez os gremistas não têm autoridade para repetir que tudo é sofrido na vida do Grêmio. O título de ontem foi conquistado quase sem dor. E o escore de 3 a 1 só não pode ser tido como injusto porque uma goleada não foi aplicada por exclusiva culpa do próprio Grêmio. Tivesse convertido metade das chances construídas no primeiro tempo e o Morumbi teria desabado em uma das mais humilhantes jornadas do futebol paulista. Foi um totó histórico.

A excepcional força coletiva do Grêmio acabou destacando algumas figuras que foram essenciais na conquista do título. Marinho, Marcelinho e Danrlei foram, possivelmente, as mais visíveis. Mas esteve na experiência serena de Zinho e de Mauro Galvão a razão silenciosa do sucesso gremista na Copa do Brasil.

O terceiro gol do Grêmio foi umas das mais primorosas obras doletivas que se tem visto por aí. Zinho, Fábio Baiano e Marcelinho tabelaram com a graça e a leveza de um movimento de balé. É verdade que Scheidt já tinha sido cantado pela torcida gremista pro sua expulsão, mas esta é outra história."



PRESSÃO TOTAL

O Grêmio foi campeão no Morumbi, como em 1981, de meias azuis, como em 1983. E ainda dando uma lição a todo o Brasil, sobre como jogar futebol no novo século

POR PAULO VINÍCIUS COELHO

O capitão Zinho comemora com Danrlei: É tetra, é tetra!

Foi no Morumbi que o Grêmio conseguiu sua primeira conquista nacional. Qualquer gremista se lembra de Renato Sá ajeitando de cabeça e Baltazar fuzilando o são-paulino Waldir Peres, há 20 anos. Foi com calções brancos e meias azuis que o Grêmio entrou em campo em Tóquio, para a final do Mundial Intercliubes de 1983, contra o Hamburgo, da Alemanha. Foi esse o uniforme, no lugar dos tradicionais calções pretos e meias brancas, que se confundiam com o uniforme dos alemães.
O Grêmio de 2001 tinha as meias azuis e o Morumbi como palco. E, se os campeões do passado não conseguiram se livrar da discriminação dos paulistas, que sempre procuravam um defeito em cada conquista - em 1981, o time era defensivo, em 1983, um exército cheio de jogadores de aluguel - aversão 2001 do Grêmio tem muito a ensinar ao Brasil.
Na equipe de Tite, a defesa ataca, como mostrou Marinho, zagueiro de chuteiras brancas, no primeiro gol. E o ataque defende, como ficou claro nas duas partidas das finais contra o Corinthians. No Morumbi, Marcelinho e Luiz Mário não permitiam que João Carlos e Scheidt começassem as jogadas pelo chão, como o Corinthians se habituou. Zinho vigiava Marcos Senna, Ânderson e Rubens Cardoso protegiam os avanços de Rogério e Kléber. E ainda tinha Zinho fechando a saída dos volantes Marcos Senna e Otacílio (ele precisava?).
Ah, mas o Corinthians tem Marcelinho Carioca, Ricardinho, Ewerthon e Müller, diria o mais fanático torcedor paulista. Tinha, responderia o técnico Tite. Porque Müller e Ewerthon mal puderam jogar, tão marcados que foram por Roger e Marinho, no Morumbi - Mauro Galvão ficava na sobra. Para completar, Ânderson Polga não dava sossego a Marcelinho Carioca e Tinga... Bem, Tinga armava, desarmava e ainda não deixava Ricardinho pegar na bola.
"Marcamos a saída de bola contra times que saem com bola no chão", dizia Tite, antes da final. Quem avisa amigo é. Como os corintianos não ouviram, tiveram de dar bicos da defesa para o ataque, rifar a bola e entregá-la de bandeja para o Grêmio ser campeão.
Pressionando, o Grêmio forçava o erro do adversário. E João Carlos, como se tivesse nascido em Porto Alegre vestido de azul, deixou para Marcelinho rolar para trás, para Zinho marcar o gol do tetracampeonato da Copa do Brasil.
Uma semana antes, Zinho avisou: no dia de seu 34° aniversário, queria o título da Copa do Brasil como presente. Teve mais. Ganhou o prêmio de melhor jogador em campo. Fruto de um cruzamento perfeito para o primeiro gol, de Marinho, do segundo gol que marcou de pé esquerdo e de um passe milimétrico que iniciou a jogada do gol do título, marcado por Marcelinho Paraíba.
Fechou o placar em 3 x 1. Sim, porque houve um único cochilo, que permitiu a Ewerthon fazer para o Corinthians, aos 29 minutos do segundo tempo, tempo suficiente apenas para o Grêmio passar 16 minutos jogando em seu velho estilo. Em vez de marcar no campo de ataque, fechar espaços na defesa. Em vez de forçar o erro do rival, atraí-lo para seu campo e sair em velocidade. Como autêntico time copeiro, coisa que o Grêmio sempre foi. E, como copeiro, agora já se credencia para novas jornadas. Depois de três anos, o time volta à Copa Libertadores. É tempo, então, da América aprender com o time da pressão total.

Verdadeiro nó tático

TOSTÃO
COLUNISTA DA FOLHA

Raramente o esquema tático de uma equipe é o fator determinante no resultado de uma partida de futebol, como o da vitória do Grêmio sobre o Corinthians. No jogo, o chavão "nó tático" nunca foi tão verdadeiro.
Tite, técnico do time gaúcho, já tinha usado o mesmo laço para dar um nó no Vadão, treinador do São Paulo, no mesmo estádio do Morumbi. Vadão ficou tonto, nocauteado, perdeu o emprego e ainda não retornou ao trabalho.
O nó que Luxemburgo recebeu do Tite foi tão apertado que o técnico do Corinthians ficou paralisado.
De vez em quando soluçava. Só não perdeu a pose. Não parava de ajeitar os óculos, como fazem os pseudo-intelectuais.
O Grêmio deu um baile no Corinthians. Escalou três zagueiros, sendo um na sobra, adiantou a marcação, pressionou, tomou a bola com facilidade no meio-campo e esteve sempre próximo ao gol do Timão.
A vitória do Grêmio foi a do novo e verdadeiro futebol moderno sobre o velho e ultrapassado esquema tático tradicional brasileiro. De onde Tite tirou a inspiração para a brilhante maneira de jogar de seu time?
Não me refiro ao desenho com três zagueiros e dois alas. Foi o que menos importou. Não teve nada de novo e especial. O mais importante foi a espetacular marcação e facilidade com que o Grêmio dominou a partida e criou situações de gol. O time gaúcho repetiu a filosofia tática da seleção argentina -única do mundo que marca pressionando em todas as partidas. A França, que não usa o esquema com três zagueiros, alterna a marcação por pressão com o recuo e contra-ataque.
Os franceses são mais prudentes e racionais do que os apaixonados argentinos. Encantam menos, porém jogam com mais segurança. O início da filosofia de marcação por pressão começou na Copa de 1974. Cruyff conta que, 15 dias antes do Mundial, o técnico holandês Rinus Michels reuniu os jogadores e resolveu fazer algo diferente, surpreendente, já que não dava tempo para treinar o trivial. Os treinadores comuns, normais, fariam o contrário. Os holandeses decidiram se divertir na Copa. E encantaram o mundo.
O técnico colocou a defesa, o meio-campo e o ataque bem próximos. Adiantou a marcação e congestionou o meio-campo. Quando o adversário ia dominar a bola, havia um bando de holandeses. Parecia uma pelada. Tomavam a bola e, com velocidade e habilidade, chegavam ao gol adversário. Até os zagueiros se transformavam em atacantes. Uma deliciosa e eficiente loucura tática.
Acabaram a Copa e o sonho. Algumas equipes espalhadas pelo mundo tentaram imitar a Laranja Mecânica, mas não deu certo. Não conseguiam repetir a marcação. Levaram muitas goleadas. Era o fim da utopia e do futebol total. No entanto, aquela gostosa loucura ficou no inconsciente coletivo do futebol. Era preciso recuperar o sonho, mesmo que distorcido. Há alguns anos, criou-se algo parecido. Algumas equipes, como a Argentina, em vez de recuar e fechar os espaços defensivos, passaram a pressionar e marcar a saída de bola do adversário. É um esquema de alto risco. Se a marcação for vencida no meio-campo, a defesa fica desprotegida. Para diminuir esse problema, é essencial um zagueiro na sobra. Outro problema é o cansaço. É impossível jogar dessa maneira durante 90 minutos. Se o time perder o primeiro tempo, terá muitas dificuldades em inverter o placar. Para fazer bem essa marcação, são necessários treinos e a participação de todos os jogadores, inclusive dos atacantes.
Quando estão perdendo, os técnicos brasileiros correm para a lateral do campo para gritar e pedir a marcação na saída de bola. Não adianta. Os jogadores não têm o hábito de executá-la. Essa postura independe do desenho tático. Pode-se utilizá-la com três ou quatro zagueiros. Como a maioria das equipes utiliza dois atacantes fixos, não é preciso mais do que uma linha com três zagueiros. Antes da vitória do time gaúcho, Felipão disse que pretendia escalar três autênticos zagueiros, o que é bem diferente de recuar um volante no momento da jogada, como fazem os técnicos brasileiros. O volante corre para trás e chega sempre atrasado. Os zagueiros estão de frente, olhando o passe, a bola e o atacante. Parece que o Scolari mudou de idéia por causa da provável ausência do Antônio Carlos. O zagueiro da Roma não é tão especial assim para a definição do esquema tático depender de sua presença. Muito mais importante do que o desenho tático será a filosofia ofensiva ou defensiva do treinador. Se o time jogar com três zagueiros recuados, mais dois volantes na frente e os alas como se fossem laterais, terá oito defensores e dois atacantes isolados. É isso que fazem os técnicos brasileiros quando jogam nesse esquema. Viram o galo cantar e não sabem onde.
Sugiro que Felipão convide o Tite, técnico do Grêmio, para auxiliá-lo. Poderia, inclusive, ocupar a vaga do Antônio Lopes, já que a função de coordenador técnico é decorativa. A seleção ganharia um bom reforço.

Trator gaúcho

JOSÉ GERALDO COUTO
COLUNISTA DA FOLHA

Nem o mais fervoroso corintiano haverá de negar: o Grêmio deu um "banho de bola" no Corinthians. O placar de 3 a 1 foi até modesto para traduzir o desnível entre os dois times.
A equipe gaúcha congestionou o meio-campo e marcou em cima os principais articuladores adversários -Marcelinho e Ricardinho-, obrigando o time alvinegro a apelar para a sempre inócua "ligação direta" entre os zagueiros e os atacantes. Quando retomava a bola, o Grêmio partia rapidamente para o ataque, quase sempre com Zinho ou Marcelinho. Ambos estavam em tarde inspirada, mas pecaram nas finalizações, para sorte do Corinthians.
A ausência de André Luiz -meia-lateral com habilidade e visão de jogo- ajuda a explicar a dificuldade corintiana de sair para o jogo. Nunca ficaram tão evidentes as limitações técnicas de Otacílio, de Marcos Senna e de Rogério. Pereira, mais técnico que os três, deveria, a meu ver, ter começado jogando.
Seria fácil também responsabilizar a defesa corintiana pela derrota, já que nos três gols gremistas houve falhas dos zagueiros. No primeiro e no terceiro, o erro foi de colocação, deixando o adversário livre para finalizar.
No segundo gol, João Carlos -xodó de Luxemburgo, da Fiel e de grande parte da mídia- mostrou toda a sua falta de intimidade com a bola.
Mas a razão principal do resultado foi mesmo a excelente atuação do Grêmio, tanto em termos táticos quanto técnicos. Mesmo antes da expulsão de Scheidt, parecia haver mais gremistas em campo.
É uma pena que Marcelinho Paraíba esteja de partida para a Alemanha. Confirma-se com isso o triste destino dos clubes brasileiros da atualidade, que raramente conseguem manter um time de qualidade por mais de uma temporada.
Quanto ao Corinthians, o balanço do semestre foi altamente positivo, sobretudo se lembrarmos que no início do ano a equipe apanhava mais do que índio em filme de faroeste.
Perder a final da Copa do Brasil foi importante para arrefecer um pouco a falta de modéstia em torno do time e, principalmente, de seu treinador.
Terminada a festa, é hora de cair na real: o Corinthians de hoje está longe de ser o supertime de dois anos atrás, e Wanderley Luxemburgo está longe de ser o santo milagroso pintado por certas crônicas esportivas.
Para voltar a ser verdadeiramente poderoso e conquistar um lugar na Taça Libertadores, o clube do Parque São Jorge terá que se reforçar em algumas posições: no gol, na zaga, na lateral direita e no meio-campo (refiro-me a um volante).
E Luxemburgo terá que ser avaliado pelo que vale, e não pelo que pensa que vale.
A propósito: foi constrangedor ver Falcão e Casagrande tentando eximir o técnico de responsabilidades pela derrota diante do Grêmio. Então tá. Quando o time ganha, o mérito é de Luxemburgo; quando perde, a culpa é dos jogadores. Assim, até eu.
Um lance para guardar na memória: Mauro Galvão, 39 anos, mancando visivelmente, olha para o banco e pergunta quanto falta para acabar o primeiro tempo. Havia esperança de que o intervalo fosse suficiente para a recuperação. Não deu. Ficou a imagem de um grande jogador e um homem de fibra.Paulo Roberto Falcão
Publicado em 18/6/01 - Zero Hora

"Banho Completo

O Grêmio deu um nó tático no Corinthians, um show de preparo físico e ainda hogou um futebol de compeão. Marcou o adversário no seu campo no primeiro tempo, como já havia feito com o São Pauloe construiu o resultado com absoluta naturalidade, aproveitando-se dos erros de uma defesa que não conseguia sair jogando nunca. Depois, administrou como quis a vantagem, ragindo ao sufoco corintiano na metade do sgundo tempo com um terceiro e decisivo gol.

Ao conjugar um técnico jovem com um time experiente, o clube encontrou a fórmula do sucesso e comprovou mais uma vez que a Copa do Braisl é a sua competição preferida. No ano em que perdeu o raro talento de Roanldinho, o Grêmio redescobriu a força do conjunto. Chegou ao título sem depender de um ou dois jogadores. Pelo contrário, o grupo é que acabou sendo o destaque, pois a cada perda de um jogador importante sempre entrou em campo outro que deu conta do recado."



Festa em Porto Alegre



Festa em São Paulo



Tabela Final

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Final - Corinthians 1 x 3 Grêmio




CORINTHIANS: Maurício; Rogério (Andrezinho 21/2), Scheidt, João Carlos, Kléber; Otacílio; Marcos Senna (Pereira 01/2); Ricardinho, Marcelinho Carioca; Müller (Gil 02/2), Éwerthon. Técnico: Vanderlei Luxemburgo

GRÊMIO: Danrlei; Marinho, Mauro Galvão (Alex Xavier 01/2), Roger, Anderson Lima (Itaqui 35/2); Anderson Polga; Tinga; Zinho; Rubens Cardoso; Luís Mário (Fábio Baiano 10/2); Marcelinho Paraíba.
Técnico: Tite

Data: 17/06/2001, Domingo, 15h00min
Local: Morumbi, São Paulo
Juiz: Antonio Pereira da Silva-GO
Cartões Amarelos: Roger, Anderson Lima
Gols: Marinho 42/1T, Zinho 01/2T, Éwerthon 29/2T, Marcelinho Paraíba 42/2T

Final - Grêmio 2 x 2 Corinthians


Ex-corintiano estraga festa de paulistas
Luiz Mário, que foi liberado pela diretoria corintiana por deficiência técnica, marcou os dois gols do Grêmio ontem

Um ex-corintiano estragou o que seria praticamente a festa antecipada do título da Copa do Brasil para o Corinthians. Após ter aberto vantagem de 2 a 0, o time paulista cedeu o empate ao Grêmio, ontem à tarde, no estádio Olímpico, em Porto Alegre.
Os dois gols da equipe gaúcha foram marcados pelo meia-atacante Luiz Mário, que foi "expulso" do Parque São Jorge por deficiência técnica.
Mesmo tendo cedido o empate ao Grêmio, o Corinthians está bem perto de seu segundo título da Copa do Brasil e, consequentemente, da vaga na Taça Libertadores da América de 2002.
Como fez dois gols no Sul, o time paulista precisa de apenas um empate em até 1 a 1, no próximo domingo, no Morumbi, para repetir a conquista de 1995, diante do mesmo Grêmio.
Um novo empate em 2 a 2 leva a decisão do título para os pênaltis.
O Grêmio só fica com a taça da Copa do Brasil pela quarta vez se empatar em três ou mais gols ou se vencer fora de casa.
O jogo começou bastante equilibrado, com as duas equipes marcando por pressão.
O Grêmio tentava as jogadas pelas duas laterais -com Anderson Lima e Rubens Cardoso-, mas parava nos zagueiros João Carlos e Scheidt, que fizeram um excelente primeiro tempo.
Já o Corinthians, bem posicionado na defesa, pouco arriscava. Marcelinho e Ricardinho, marcados, tinham dificuldades para lançar para Ewerthon e Muller.
Em uma das poucas vezes que chutou a gol, exatamente no momento em que os gaúchos mais pressionavam, o Corinthians abriu o placar.
Aos 29min, Marcelinho recebeu de André Luiz na intermediária e bateu forte. O zagueiro Marinho tentou desviar, mas acertou uma cabeçada e tirou de Danrlei a possibilidade de defesa.
O gol dos paulistas calou o Olímpico, que recebeu mais de 50 mil pessoas ontem.
Até o fim do primeiro tempo, os gremistas insistiam no "chuveirinho" e nas jogadas de bola parada, mas não conseguiram superar o goleiro Maurício.
Na etapa final, o time de Wanderley Luxemburgo voltou melhor e, logo aos 7min, ampliou.
Muller recebeu passe de Marcelinho após escanteio, deu um belo drible em um zagueiro gremista e fulminou Danrlei. Foi o segundo gol do atacante, que conquistou a Copa do Brasil em 2000 com o Cruzeiro, após sua volta ao Parque São Jorge - o primeiro havia sido contra o Flamengo-PI, também pela Copa do Brasil.
O segundo gol parecia que havia "matado" os gaúchos. Mas foi a partir da entrada do atacante Cláudio no lugar de Warley, que não entrou com 100% de condições, que o time da casa cresceu.
A "ressurreição" dos gaúchos começou a 26 minutos do final, quando os 2.200 corintianos que estiveram em Porto Alegre já comemoravam. O gol de Luiz Mário, após bate-rebate na área, acabou com a invencibilidade de seis jogos da defesa do Corinthians, a maior em dez anos.
Aos 25min do segundo tempo, Maurício, que havia feito pelo menos quatro grandes defesas e era umas das principais figuras dos visitantes em campo, falhou e não defendeu chute fraco, de fora da área, de Luiz Mário.
Após o empate, o Grêmio, empurrado por seus torcedores, ainda pressionou para a virada, mas Maurício fez mais duas boas intervenções e segurou o resultado.
Após o partida, Luiz Mário criticou a diretoria corintiana. "Fui o último a saber de meu empréstimo para o Grêmio. Mas não tem nada não. Mostrei hoje [ontem" que tenho futebol para jogar em qualquer lugar. Graças a Deus joguei bem, fiz dois gols, e o Grêmio ainda está vivo", completou o jogador, que, mesmo com a bela atuação de ontem, deve voltar para a reserva para dar lugar a Marcelinho. O meia-atacante cumpriu suspensão automática. (FERNANDO MELLO
ENVIADO ESPECIAL A PORTO ALEGRE, LEO GERCHMANN - DA AGÊNCIA FOLHA, EM PORTO ALEGRE) (Folha de São Paulo, segunda-feira, 11 de junho de 2001)
O jornalista Fernando Mello viajou a Porto Alegre a convite do Clube dos 13



GRÊMIO: Danrlei, Marinho, Mauro Galvão (Roger) e Ânderson Polga; Ânderson Lima, Eduardo Costa, Tinga, Zinho e Rubens Cardoso; Luís Mário e Warley (Cláudio Pitbul).
Técnico: Tite.

CORINTHIANS: Maurício, Rogério, João Carlos, Scheidt e Kléber; Otacílio, André Luís (Gil), Marcelinho (Pereira) e Ricardinho; Müller (Marcos Senna) e Éwerthon.
Técnico: Wanderley Luxemburgo.

Data: 10/06/2001, Domingo, 16h00min
Local: Olímpico (Porto Alegre/RS )
Público: 50.313
Renda: 509,482.00
Árbitro: Márcio Rezende de Freitas (MG);
Cartões Amarelos: Rubens Cardoso, Eduardo Costa, Éwerthon, Otacílio, Scheidt e André Luís
Gols: Marcelinho Carioca 29' do 1º; Müller 6', Luís Mário 18' e 25' do 2º;

Semifinais - Coritiba 0 x 1 Grêmio

Grêmio supera o Coritiba fora de casa para alcançar a 7ª decisão
LÉO GERCHMANN
DA AGÊNCIA FOLHA, EM PORTO ALEGRE

O Grêmio se classificou para as finais da Copa do Brasil ontem à noite ao derrotar o Coritiba por 1 a 0 em Curitiba- no primeiro jogo, em Porto Alegre, havia vencido por 3 a 1- e enfrentará o Corinthians na final do torneio. O Grêmio poderá ficar sem Marcelinho e Renato Martins -expulsos ontem- no primeiro jogo da decisão, domingo. A partida começou sem jogadas de ataque. A primeira conclusão a gol do Coritiba, que precisava vencer, ocorreu apenas aos 33min, quando Messias chutou, e Danrlei defendeu. A chance mais clara, do primeiro tempo foi do Grêmio, quando Luiz Mário concluiu com perigo e a bola quase passou por baixo das pernas do goleiro Júnior. Aos poucos, a torcida começou a vaiar a equipe paranaense. No segundo tempo, o Coritiba tentou pressionar, mas o time gaúcho fez 1 a 0, quando, aos 14min, Luiz Mário cruzou da direita, e Zinho fez o gol. No próximo domingo, o Grêmio não terá também Rodrigo Mendes e Warley, que estão lesionados. (Folha de São Paulo, quinta-feira, 07 de junho de 2001)

Atitude de Marcelinho gera crise no Grêmio
DA AGÊNCIA FOLHA, EM PORTO ALEGRE

A expulsão do meia-atacante Marcelinho no final de um jogo em que o Grêmio já tinha a conquista da classificação, contra o Coritiba, causou tensão entre jogadores e dirigentes ontem.
O jogador chegou a Porto Alegre abatido e recebeu cobranças no clube por causa de sua atitude que motivou a expulsão. Após um desentendimento com jogadores do Coritiba, Marcelinho irritou-se e pisou em um adversário.
Além de Marcelinho ter sido decisivo nas últimas partidas, Rodrigo Mendes, que seria o outro titular do ataque, está machucado. Warley, o atacante reserva, recupera-se de contusão e pode não ter condições de jogar. Restariam como opções, para atuar ao lado de Luiz Mário, os ex-juniores Cláudio e Guilherme.
Ontem à tarde, porém, Warley surpreendeu e treinou normalmente. ""Não senti dor, quero jogar. O importante foi que pude me movimentar", disse ele.
Sem Marcelinho para o primeiro jogo decisivo da Copa do Brasil contra o Corinthians, o Grêmio pelo menos tem a volta de Ânderson Lima, bom cobrador de faltas. (LÉO GERCHMANN) (Folha de São Paulo, sexta-feira, 08 de junho de 2001)




CORITIBA: Júnior, Paulo Roberto (Alemão 27/2), Edinho Baiano, Allan, Juliano, Alexandre, Messias, Mabília; Anderson (Silva 17/2); Leandro (Da Silva 01/2), Enílton.
Técnico: Ivo Wortmann

GRÊMIO: Danrlei, Marinho, Mauro Galvão, Anderson Polga, Itaqui (Roger 38/2), Eduardo Costa, Tinga, Zinho, Rubens Cardoso (Gavião 09/2), Luís Mário (Alex Xavier 35/2), Marcelinho Paraíba.
Técnico: Tite

Data: 6/6/2001, quarta-feira, 21:40
Local: Couto Pereira, Curitiba
Juiz: Antonio Pereira da Silva-GO
Cartões Amarelos: Rubens Cardoso
Cartões Vermelhos: Marcelinho Paraíba 23/2
Gols: Zinho 13/2T

Semifinais - Jogos de Volta

06/06/2001 - Quarta-feira
Coritiba-PR 0x1 Grêmio-RS - Couto Pereira
Gols: Marcelinho Paraíba

Corinthians-SP 3x0 Ponte Preta-SP - Prudentão

CORINTHIANS: Maurício, Rogério, Scheidt, João Carlos, Kléber, Otacílio, André Luiz (Andrezinho 31/2), Marcelinho Carioca (Marcos Senna 23/2), Ricardinho, Éwerthon, Müller (Gil 22/2). Técnico: Vanderlei Luxemburgo

PONTE PRETA: Alexandre Fávaro, Rodrigo, Alex, André Santos, Dionísio (Adrianinho 15/2), Roberto (Carlos Alexandre 02/2), Mineiro, Piá, Elivélton, Macedo, Lucas (Régis Pitbull 01/2). Técnico: Marco Aurélio.

Juiz: Alfredo dos Santos Loebeling-SP
Gols: Marcelinho Carioca , Éwerthon e André Luiz




Corinthians volta à final da Copa do Brasil após 6 anos
Como na última vez em que disputou o título, time enfrentará o Grêmio

O Corinthians está de volta a uma final da Copa do Brasil. De novo, contra o Grêmio. Com a vitória por 3 a 0 sobre a Ponte Preta, ontem à noite, em Presidente Prudente (SP), os corintianos, comandados pelo técnico Wanderley Luxemburgo, conquistaram o direito de disputar sua segunda final neste ano, já que no final do mês venceram o Campeonato Paulista. Desde de 1995 o time paulista não chegava à final da Copa do Brasil. Nesse ano, venceu o Grêmio e conquistou, invicto, o título, único do Corinthians no torneio. O resultado marca novo recorde: a equipe corintiana não sofre gols há seis jogos. Os gaúchos ficaram com a vaga ao vencer ontem o Coritiba, por 1 a 0, na capital do Paraná. A primeira partida da final está marcada para o próximo domingo, em Porto Alegre, às 16h. O jogo decisivo será no Morumbi, no domingo seguinte. O Corinthians começou o jogo de ontem pressionado pela Ponte Preta, que havia perdido a primeira partida da semifinal por 2 a 0. Mas o time de Campinas não conseguia transformar sua vontade de vencer em ofensividade. Em vez disso, abusava das infrações. O árbitro Alfredo Santos Loebeling, de seu lado, deixava o jogo correr. Em um lance, Piá, da Ponte, e André Luiz, do Corinthians, trocaram tapas, mas não receberam nem cartão amarelo. Aos 9min, o segundo erro grave do juiz. Ewerthon recebeu de Marcelinho, invadiu a área ponte-pretana e se jogou ao se aproximar do goleiro Alexandre. Loebeling marcou pênalti. Marcelinho bateu e fez: 1 a 0. O segundo gol do Corinthians aconteceu nos acréscimos, após uma falha de Alexandre. Da esquerda, Muller cruzou fraco, porém o goleiro não conseguiu segurar. Ewerthon foi mais rápido e tocou para marcar: 2 a 0. Loebeling ainda marcou um novo pênalti para o Corinthians no segundo tempo. Aos 29min, Gil foi derrubado por Alex dentro da área. André Luiz bateu, fez o terceiro e sacramentou a classificação. Daí em diante, os cerca de 30 mil torcedores, quase todos corintianos, que foram ao estádio no interior paulista ontem só se ocuparam em gritar o tradicional "olé". (Folha de São Paulo)

Semifinais - Grêmio 3 x 1 Coritiba

Grêmio vence Coritiba por 3 a 1 e fica próximo da decisão na Copa do Brasil
O Grêmio derrotou o Coritiba por 3 a 1, ontem à noite, em Porto Alegre e, com isso, mesmo perdendo por um gol de diferença em Curitiba, no jogo de volta, conquistará a classificação para as finais da Copa do Brasil. Apesar das boas situações criadas pela equipe gaúcha, porém, foi o Coritiba que fez o primeiro gol. Em um chute de falta da intermediária, Ânderson acertou o ângulo direito de Danrlei, que não se preocupou com a formação da barreira. O Grêmio seguiu atacando, e, aos 33min, Warley empatou. O técnico do Coritiba, Ivo Wortmann, fez duas substituições ainda no primeiro tempo para fazer com que sua equipe conseguisse, ao mesmo tempo, realizar uma marcação forte sobre Tinga e se soltar para o campo de ataque. Aos 5min do segundo tempo, Ânderson Lima sofreu pênalti após receber lançamento. Zinho cobrou e fez 2 a 1. Aos 35min, Ânderson Lima, de falta, fez o terceiro do Grêmio, que dominou a partida durante todo o segundo tempo.
(DA AGÊNCIA FOLHA, EM POA) Folha de São Paulo, quinta-feira, 31 de maio de 2001



Grêmio larga na frente nas semifinais da Copa do Brasil
O Grêmio largou na frente em uma das semifinais da Copa do Brasil 2001 ao derrotar o Coritiba por 3 a 1, ontem à noite, no estádio Olímpico, em Porto Alegre, na partida de ida. Agora, no jogo de volta, na próxima quarta-feira, em Curitiba, o tricolor poderá empatar ou até perder por diferença de dois gols a partir de 4 a 2 que estará classificado para as finais da competição. Se o Coritiba devolver o 3 a 1, a decisão será nos pênaltis. O Grêmio foi melhor que o Coritiba no primeiro tempo. Mas teve que suar para empatar. Porque aos 28 minutos, Ânderson, cobrando falta da intermediária, acertou o canto alto direito da meta de Danrlei e abriu o escore. O empate só aconteceu aos 33 minutos. Tinga entrou a dribles na área adversária. Após bate e rebate na área, a bola sobrou para o atacante Warley, que chutou forte, à meia-altura, no canto esquerdo da meta defendida por Marcelo Cruz.
No início da segunda parte, o Coritiba quase surpreendeu, com Ânderson novamente cobrando falta, desta vez defendida por Danrlei. Dois minutos após o Grêmio deu o troco. Luiz Mário fez excelente passe para Ânderson. Ao invadir a área, o ala tricolor foi derrubado pelo goleiro Marcelo Cruz. Pênalti claro que Zinho cobrou forte, rasteiro, e colocou o Grêmio na frente aos 5 minutos. O Grêmio continuou melhor em busca do terceiro gol. Que surgiu aos 35 minutos com o ala Ânderson cobrando falta e acertando o ângulo esquerdo da
meta de Marcelo Cruz. (Diário Popular, 31/05/2001)



GRÊMIO: Danrlei, Marinho, Mauro Galvão, Anderson Polga, Anderson Lima, Eduardo Costa, Tinga, Zinho, Rubens Cardoso; Luís Mário (Itaqui 41/2); Warley (Cláudio Pitbull 11/2).
Técnico: Tite

CORITIBA: Marcelo Cruz, Danilo, Paulo Roberto, Allan (Ataliba 43/1), Juliano, Reginaldo Nascimento (Filipe Alvim 09/2), Messias, Alexandre (Marquinhos 35/1), Anderson, Mabília, Enílton.
Técnico: Ivo Wortmann

Data: 30/05/01, Quarta-feira, 21h45min
Local: Olímpico, Porto Alegre
Público: 32.208 (29,049 pagantes)
Renda: R$ 303.106,00.
Juiz: Paulo César de Oliveira-SP
Cartões Amarelos: Marcelo Cruz, Marquinhos
Cartões Vermelhos: Ataliba 34/2
Gols: Anderson 28/1T, Warley 33/1T, Zinho 05/2T, Anderson Lima 36/2T

Semifinais - Jogos de Ida

30/05/2001 - Quarta-feira
Grêmio-RS 3x1 Coritiba-PR - Olímpico
Gols: Anderson (Coritiba), Warley , Zinho e Anderson Lima

03/06/2001 - Domingo - 15:00
Ponte Preta-SP 0x2 Corinthians-SP - Benedito Teixeira

Ponte: Alexandre Fávaro, Rodrigo, Alex, André Santos, Dionísio (Marco Aurélio 11/2), Fabinho (Adrianinho 25/2), Mineiro, Piá, Elivélton,Macedo (Delmer 12/2), Régis Pitbull.
Técnico: Marco Aurélio

Corinthians: Maurício (Gléguer 10/2), Rogério, João Carlos, Scheidt, Kléber, Otacílio, André Luiz (Marcos Senna 30/2); Marcelinho Carioca; Ricardinho, Müller (Gil 14/2); Éwerthon.
Técnico: Vanderlei Luxemburgo

Juiz: Edílson Pereira de Carvalho-SP
Gols: Scheidt 36/1T, Kléber 07/2T

terça-feira, 25 de setembro de 2007

Quartas de Final - São Paulo 3 x 4 Grêmio



Ex-são-paulino faz 3 e tira São Paulo da Copa do Brasil
Grêmio vence em pleno Morumbi e ameaça cargo de Oswaldo Alvarez
RICARDO PERRONE
DA REPORTAGEM LOCAL

A torcida do São Paulo teve ontem mais um motivo para reclamar do desmanche feito no time no ano passado. O meia-atacante Marcelinho, um dos atletas vendidos pela diretoria, fez três gols na vitória do Grêmio por 4 a 3, à tarde, no estádio do Morumbi. O resultado eliminou o São Paulo da Copa do Brasil e pode provocar a demissão do técnico Oswaldo Alvarez. O treinador são-paulino foi xingado de burro pelos torcedores, que pediram a sua saída. "Essa pressão é natural, mas só a diretoria pode dizer o que vai acontecer agora", afirmou Alvarez. Os dirigentes já tinham sido pressionados a trocar a comissão técnica após a eliminação na primeira fase do Paulista. Em cinco meses no Morumbi, Alvarez conquistou o inédito Rio-São Paulo e foi eliminado de dois torneios. O próximo compromisso dos são-paulinos é a Copa dos Campeões, no final de junho. Os gaúchos, que venceram o primeiro jogo por 2 a 1, enfrentarão o Coritiba, pelas semifinais. A vitória foi comandada por Marcelinho, que também permitiu que o São Paulo melhorasse no final, graças a sua expulsão. "Jogamos com três zagueiros para fazer uma marcação especial nos atacantes deles. Mas fomos mal e deixamos o Marcelinho jogar bem", disse Alvarez. O meia-atacante foi vendido pelo time paulista ao Olympique, que o repassou ao clube de Porto Alegre. Agora ele já está negociado com o Hertha (Alemanha). O Grêmio jogou quase todo o primeiro tempo no ataque. Aos 27min, Marcelinho fez o seu primeiro gol, ao aproveitar rebote. Os são-paulinos passaram a depender de uma vitória por pelo menos dois gols de diferença. Mas, logo após Marcelinho marcar, Carlos Miguel sofreu pênalti de Marinho. França cobrou no canto direito de Danrlei, aos 30min, e empatou. Aos 44min, França acertou um chute de perna esquerda e fez o segundo do seu time. Os gremistas reclamaram que ele teria ajeitado a bola com a mão. "Matei a bola no peito", afirmou o atacante, que foi observado por um representante do Borussia Dortmund (Alemanha). Aos 9min do segundo tempo, Marcelinho fez o seu segundo gol, dessa vez em cobrança de falta no canto direito de Rogério. Aos 12min, o ex-jogador do São Paulo driblou Rogério e recolocou o seu time em vantagem. Com um chute rasteiro, o volante são-paulino Alexandre empatou a partida, aos 23min e voltou a dar esperanças à torcida. Cinco minutos depois, Marcelinho foi expulso, por reclamação. Mas, aos 38min, o juiz Wilson de Souza Mendonça marcou pênalti de Maldonado em Luiz Mário. Os são-paulinos reclamaram, pois a infração havia sido fora da área. Zinho cobrou e fez o quarto gol gremista. A cobrança foi feita com um torcedor do São Paulo em campo, o que é irregular. (Folha de São Paulo, quinta-feira, 24 de maio de 2001 )


Jogo à tarde faz torcida se atrasar

O primeiro jogo do São Paulo após o racionamento de energia elétrica entrar em vigor teve um bom público, cerca de 20 mil pessoas. Mas o começo às 15h trouxe problemas para os torcedores.
Muitos são-paulinos chegaram atrasados por causa do trânsito. Com 20 minutos de jogo, cerca de 3.000 torcedores ainda tentavam comprar ingressos para a partida.
Enquanto o Grêmio dominava o jogo, do lado de fora do estádio, os torcedores são-paulinos corriam para as bilheterias.
Outros enfrentavam grandes filas para passar pelas catracas e entrar no Morumbi.
O público também foi bom nas outras partidas da primeira grande sessão da tarde causada pelas medidas adotadas pelo governo.
No Maracanã, o Flamengo perdeu a vaga nas semifinais da Copa do Brasil para o Coritiba, próximo adversário do Grêmio, diante de 27 mil torcedores. A partida terminou empatada em 1 a 1.
Pela Libertadores, o Vasco, que não divulgou o público, perdeu do Boca Juniors de 1 a 0 com São Januário quase lotado. (Folha de São Paulo, quinta-feira, 24 de maio de 2001)



SÃO PAULO: Rogério Ceni, Jean (Kaká 42/1), Rogério Pinheiro, Wilson, Reginaldo Araújo, Maldonado, Alexandre, Souza (Renatinho 21/2), Carlos Miguel, Ilan (Oliveira 29/2), França. Técnico: Oswaldo Alvarez (Vadão)

GRÊMIO: Danrlei, Marinho, Mauro Galvão, Anderson Polga, Anderson Lima (Gavião 43/2), Tinga (Roger 39/2), Eduardo Costa, Zinho, Rubens Cardoso, Warley (Luís Mário 29/2), Marcelinho Paraíba.
Técnico: Tite

Data: 23/5/2001, Quarta-feira, 15:00
Local: Morumbi, São Paulo
Juiz: Wilson de Souza Mendonça-PE
Cartões Amarelos: Mauro Galvão, Anderson Lima, Tinga
Cartões Vermelhos: Marcelinho Paraíba 28/2
Gols: Marcelinho Paraíba 28/1T, França 30/1T (pen), França 44/1T, Marcelinho Paraíba 08/2T, Marcelinho Paraíba 12/2T, Alexandre 23/2T e Zinho (pênalti) 39/2T.

Quartas de Final - Jogos de Volta

23/05/2002 - Quarta-feira
Flamengo-RJ 1x1 Coritiba-PR - Maracanã
Gols:

São Paulo-SP 3x4 Grêmio-RS - Morumbi
Gols: França [2], Alexandre (São Paulo); Marcelinho Paraíba [3] , Zinho [pen](Grêmio)

Ponte Preta-SP 5x2 Fortaleza-CE - Moisés Lucarelli
Gols: Washington [4], Régis Pitbull (Ponte); Claudinho (Fortaleza)

Atlético-PR 0x1 Corinthians-SP - Arena da Baixada
Gol: Ewerthon

Quartas de Final - Grêmio 2 x 1 São Paulo



São Paulo sofre primeira derrota na Copa do Brasil
Equipe paulista perde por 2 a 1 e precisa de vitória por 1 a 0 no Morumbi

O São Paulo perdeu ontem a sua invencibilidade na Copa do Brasil ao ser derrotado pelo Grêmio por 2 a 1, no estádio Olímpico, em Porto Alegre. A equipe do técnico Oswaldo Alvarez havia vencido as suas cinco partidas anteriores na competição e precisa de uma vitória por 1 a 0, no Morumbi, quarta-feira, para ir às semifinais. Alvarez, que estava hospitalizado e teve alta ontem pela manhã, comandou o time de uma cabine, enquanto o auxiliar Ivo Secchi ficou no banco de reservas. A equipe da casa foi mais ofensiva desde o início, sem se descuidar na marcação. Os meias e atacantes souberam marcar os defensores adversários, o que deixou os são-paulinos com dificuldades para armar as suas jogadas. Aos 9min, o Grêmio abriu o placar com Warley, ex-jogador do São Paulo. Sem marcação, ele rebateu a bola após Rogério tentar defender cobrança de falta feita pelo meia Zinho. Os gaúchos tentaram seguir no ataque, mas o São Paulo não demorou para empatar. Reginaldo Araújo cruzou para França, dentro da área, chutar e marcar, aos 15min do primeiro tempo. Foi o sexto gol do artilheiro são-paulino na competição. O Grêmio continuou com a posse de bola por mais tempo até o final da primeira etapa. No começo do segundo tempo, o clube de Porto Alegre conseguiu ser ainda mais ofensivo do que nos primeiros 45 minutos. Aos 2min, a equipe já havia desperdiçado duas chances para marcar. Mas os gaúchos não mantiveram esse ritmo por muito tempo. Como o rival já não fazia uma marcação eficiente, o São Paulo passou a ser mais ofensivo. Mas os atacantes França e Ilan, que aos 30min saiu para a entrada de Fabiano Souza, não conseguiram finalizar as jogadas. Ao contrário da etapa anterior, foram os gaúchos que passaram a optar pelos contra-ataques. Mesmo sem corrigir as suas falhas, o Grêmio chegou ao segundo gol, aos 38min. Após cobrança de escanteio, Eduardo Costa chutou da entrada da área, a defesa tentou tirar a bola, mas ela sobrou para Marinho, que desempatou. O goleiro Rogério reclamou de impedimento do autor do gol. (Folha de São Paulo, quinta-feira, 17 de maio de 2001)


Grêmio derrota o São Paulo no Olímpico pela Copa do Brasil
O Grêmio derrotou o São Paulo por 2 a 1, ontem à noite, em Porto Alegre, no jogo de ida das quartas-de-final da Copa do Brasil 2001. Agora, na partida de volta, na próxima semana, em São Paulo, o tricolor porto-alegrense precisará do empate ou de derrotas por diferença de um gol a partir de 2 a 3. Se o São Paulo devolver o 2 a 1 a vaga será decidida nos pênaltis. E se ganhar por 1 a 0 passará às semifinais.
No primeiro tempo de ontem o Grêmio foi arrasador, lembrando o time com alma castelhana dos tempos de Felipão em 94 e 95. E largou na frente com um gol de Warley aos 9 minutos, aproveitando um rebote do goleiro Rogério Ceni após cobrança de falta de Zinho. Mas cinco minutos depois, aos 14, o goleador França empatou num vacilo da zaga gremista.
Na segunda parte, o tricolor gaúcho diminuiu o ritmo e o tricolor paulista equilibrou. Mas as chances de gol foram do Grêmio, que pararam nas mãos do ótimo goleiro Rogério Ceni. Aos 39 ele não pode evitar que Marinho, embaixo da meta, marcasse o gol da vitória. Ele aproveitou-se de uma bola chutada por Eduardo Costa que bateu em Fábio Simplício. (Diário Popular, 17/05/2001)


GRÊMIO: Danrlei, Marinho, Mauro Galvão; Anderson Polga; Itaqui (Fábio Baiano 28/2), Tinga, Eduardo Costa, Zinho, Rubens Cardoso; Luís Mário (Roger 42/2); Warley (Cláudio Pitbull 29/2). Técnico: Tite

SÃO PAULO: Rogério Ceni, Reginaldo Araújo, Jean, Wilson, Gustavo Nery, Alexandre (Kaká), Fábio Simplício, Carlos Miguel, Souza (Júlio Baptista), França, Ilan (Fabiano Souza).
Técnico: Oswaldo Alvarez (Vadão)

Data: 16/5/2001, Quarta-feira, 21:45
Local: Olímpico, Porto Alegre
Público: 16.450 (15,082 pagantes)
Renda: R$ 95.254,00.
Juiz: Luciano Augusto Teotonio Almeida-DF
Cartões Amarelos: Rogério Ceni, Jean, Gustavo Nery, Alexandre, Souza, Fabiano Souza
Gols: Warley 09/1T, França 14/1T, Marinho 36/2T

Quartas de Final - Jogos de Ida

16/05/2002 - Quarta-feira
Coritiba-PR 3x2 Flamengo-RJ - Couto Pereira
Gols: Evair , Mabília, Messias (Coritiba); Rocha [2] (Flamengo).

Grêmio-RS 2x1 São Paulo-SP - Olímpico
Gols: Warley , Marinho (Grêmio); França (São Paulo)

Fortaleza-CE 1x0 Ponte Preta-SP Presidente Vargas
Gol: Clodoaldo

17/05/2002 - Quinta-feira
Corinthians-SP 0x0 Atlético-PR Pacaembu

Oitavas de Final - Fluminense 0 x 0 Grêmio



FLUMINENSE: Murilo, Flávio, César, Tinoco, Marcão, Fabinho, Roberto Brum, Viveros (Asprilla 01/2); Ramón; Marco Brito (Magno Alves 34/1), Agnaldo.
Técnico: Valdir Espinosa

GRÊMIO: Danrlei, Itaqui, Marinho, Mauro Galvão, Rubens Cardoso; Anderson Polga; Eduardo Costa, Tinga (Roger 39/2), Zinho, Marcelinho Paraíba (Fábio Baiano 31/2), Rodrigo Mendes (Warley 20/2).
Técnico: Tite

Data: 9/5/2001, Quarta-feira, 20:30
Local: Maracanã,Rio de Janeiro-RJ
Público: 18,310
Juiz: Márcio Cristiano Brum Coruja-RS
Cartões Amarelos: Eduardo Costa, Zinho, Marcelinho Paraíba

Oitavas de Final - Jogos de Volta

09/05/2002 - Quarta-feira
Ponte Preta-SP 4x1 Remo-PA - Moisés Lucarelli
Gols: Piá , Marco Aurélio, Washington [2] (Ponte), Rosivaldo (Remo)

Vitória-BA 0x2 São Paulo-SP - Barradão
Gols: Luís Fabiano e Ilan

Portuguesa-SP 1x1 Atlético-PR - Canindé
Gols: Kléber (Atlético); Lúcio [pen] (Portuguesa)

Juventude-RS 2x1 Flamengo-RJ - Alfredo Jaconi
Gols: Dauri 1, João Marcelo (Juventude); Beto (Flamengo)
* Nos pênaltis: Juventude-RS 2x3 Flamengo-RJ *

Fluminense-RJ 0x0 Grêmio-RS - Maracanã

Fortaleza-CE 3x0 Bahia-BA - Presidente Vargas
Gols: Clodoaldo , Adriano , Claudinho

Corinthians-SP 3x0 Flamengo-PI - Pacaembu
Gols: Ferreti (pen), Müller , Neto

10/05/2002 - Quinta-feira
Coritiba-PR 4x3 Goiás-GO - Couto Pereira
Gols: Messias, Danilo , Juliano ,Fabinho (Coritiba); Dill , Fernandão , Danilo (Goiás)

Oitavas de Final - Grêmio 1 x 0 Fluminense




GRÊMIO: Danrlei, Itaqui (Emerson 33/2), Marinho, Mauro Galvão, Rubens Cardoso; Anderson Polga; Tinga, Fábio Baiano (Roger 34/2), Zinho, Marcelinho Paraíba (Luís Mário 23/2), Rodrigo Mendes.
Técnico: Tite

FLUMINENSE: Murilo, Flávio, César, Régis, Paulo César, Marcão, Fabinho, Roberto Brum, Ramón, Magno Alves, Agnaldo (Tinoco 43/2).
Técnico: Valdir Espinosa

Data: 2/5/2001, Quarta-feira, 21:45
Local: Olímpico, Porto Alegre
Público: 12,045
Renda: 76,220.00
Juiz: Antonio Pereira da Silva-GO
Cartões Amarelos: César, Paulo César, Agnaldo
Cartões Vermelhos: Régis 44/1
Gols: Marcelinho Paraíba 13/1T

Oitavas de Final - Jogos de Ida

26/04/2002 - Quinta-feira
Remo-PA 3x2 Ponte Preta-SP - Mangueirão
Gols: Rosivaldo , Edkleber, Maracanã (Remo); Delmer e Rodrigo (Ponte)

02/05/2001 - Quarta-feira
São Paulo-SP 3x0 Vitória-BA - Morumbi
Gols: Luís Fabiano [2] e Moura [contra]

Goiás-GO 1x1 Coritiba-PR - Serra Dourada
Gols: Danilo (goiás) ; Enílton (Coritiba)

Flamengo-RJ 2x1 Juventude-RS - Giulite Coutinho
Gols: Fernando (Juventude), Petkovic e Reinaldo (Flamengo)

Flamengo-PI 1x8 Corinthians-SP - Albertão
Gols: Tarso (Flamengo) , Éwerthon [2], Marcelinho Carioca [2], Gil , Rogério

Grêmio-RS 1x0 Fluminense-RJ - Olímpico
Gol: Marcelinho Paraíba

03/05/2002 - Quinta-feira
Atlético-PR 3x1 Portuguesa-SP - Arena da Baixada
Gols: Kléber [2], Adriano (Atlético); Ricardo Oliveira (Portuguesa)

Bahia-BA 0x0 Fortaleza-CE - Fonte Nova

2ª Fase - Grêmio 3 x 1 Santa Cruz





GRÊMIO: Danrlei; Marinho, Mauro Galvão, Anderson Polga; Itaqui (Gavião 29/2), Eduardo Costa, Tinga (Fábio Baiano 16/2), Zinho, Rubens Cardoso, Marcelinho Paraíba; Rodrigo Mendes (Luís Mário 35/2).
Técnico: Tite

SANTA CRUZ: João Carlos (Milagres 01/2); Estevam, Janduir, Mauro, Teci (Nílson 02/2); Humberto, Valnei, Édson, Juninho Petrolina; Wellington, Joãozinho.
Técnico: Ricardo Rocha

Data: 26/4/2001, quina-feira, 20:30
Local: Olímpico, Porto Alegre-RS
Público: 2,163
Renda: 10,870.00
Juiz: Alfredo dos Santos Loebeling-SP
Cartões Amarelos: Janduir, Humberto, Joãozinho, Nílson
Gols: Eduardo Costa 12/1T, Rodrigo Mendes 18/1T, Rodrigo Mendes 22/2T, Nílson 44/2T

2ª Fase - Jogos de Volta

11/04/2001 - Quarta-feira
Botafogo-RJ 1x2 Remo-PA - Maracanã
Gama-DF 0x2 Ponte Preta-SP - Mané Garrincha
Portuguesa-SP 3x1 São Raimundo-AM - Canindé

12/04/2001 - Quinta-feira
Corinthians-SP 3x1 Goiânia-GO - Pacaembu

18/04/2001 - Quarta-feira
Santos-SP 0x2 Bahia-BA - Vila Belmiro
Coritiba-PR 2x1 Nacional-AM - Couto Pereira
Fluminense-RJ 3x0 Juventude-MT - Maracanã
Atlético-MG 2x2 Goiás-GO - Mineirão
Mixto-MT 1x1 Juventude-RS - Gov José Fragelli
Vitória-BA 3x0 Rio Branco-AC - Barradão

25/04/2001 - Quarta-feira
Internacional-RS 0x0 Fortaleza-CE - Beira Rio

26/04/2002 - Quinta-feira
Grêmio-RS 3x1 Santa Cruz-PE - Olímpico
Sport-PE 1x0 Flamengo-PI - Ilha do Retiro

2ª Fase - Santa Cruz 1 x 0 Grêmio




SANTA CRUZ: João Carlos; Estevam, Janduir, Alex Pinho, Teci; Humberto, Batata, Juninho Petrolina; Édson, Nílson (Carlinhos Bala 13/2), Joãozinho (Mauro 42/2).
Técnico: Ricardo Rocha

GRÊMIO: Danrlei; Marinho, Mauro Galvão, Anderson Polga; Anderson Lima (Gavião 12/2), Eduardo Costa, Itaqui (Warley 35/2), Zinho, Rubens Cardoso; Renato Martins (Rodrigo Mendes 14/2), Marcelinho Paraíba.
Técnico: Tite

Data: 18/4/2001, quarta-feira, 20:30
Local: Arruda - José do Rego Maciel,Recife-PE
Juiz: Edílson Pereira de Carvalho-SP
Cartões Amarelos: Marinho, Anderson Lima, Eduardo Costa, Zinho, Renato Martins
Cartões Vermelhos: Warley 40/2
Gols:Joãozinho 13/2T

2ª Fase - Jogos de Ida

04/04/2001 - Quarta-feira
Ponte Preta-SP 0x0 Gama-DF - Moisés Lucarelli
São Raimundo-AM 1x0 Portuguesa-SP - Vivaldão
Goiânia-GO 0x1 Corinthians-SP - Serra Dourada
Remo-PA 2x1 Botafogo-RJ - Evandro Almeida

05/04/2001 - Quinta-feira
Guarani-SP 0x2 Atlético-PR* - Brinco de Ouro

11/04/2001 - Quarta-feira
Juventude-RS 3x0 Mixto-MT - Alfredo Jaconi
Nacional-AM 2x2 Coritiba-PR - Vivaldão
Goiás-GO 3x1 Atlético-MG - Serra Dourada
Juventude-MT 4x1 Fluminense-RJ - Gov José Fragelli
Rio Branco-AC 0x0 Vitória-BA - José de Melo
Ceará-CE 2x4 São Paulo-SP* - Presidente Vargas
Bahia-BA 2x0 Santos-SP - Fonte Nova

18/04/2001 - Quarta-feira
Fortaleza-CE 1x0 Internacional-RS - Presidente Vargas
Santa Cruz-PE 1x0 Grêmio-RS - Arruda
Flamengo-PI 2x0 Sport-PE - Albertão
ABC-RN 1x3 Flamengo-RJ* - Machadão

* Equipes classificadas para a próxima fase sem a necessidade do jogo de volta*

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

1ª Fase - Grêmio 4 x 1 Villa Nova-MG

GRÊMIO: Danrlei; Anderson Lima (Vágner 38/2), Alex Xavier, Mauro Galvão, Rubens Cardoso; Anderson Polga, Eduardo Costa, Zinho, Rodrigo Mendes (Itaqui 07/2), Marcelinho Paraíba; Luís Mário (Guilherme 34/2).
Técnico: Tite

VILLA NOVA-MG: Marcelo; Marcelo Baiano, Geovani, Eleomar, Ozéia (Juninho 38/2); Jean, Anderson Duarte, Edmundo, André (Guiba 34/2); Paulo César, Wellington Amorim.
Técnico: Mauro Madureira

Data: 21/3/2001, quarta-feira, 20:30
Local: Olímpico,Porto Alegre-RS
Público: 7,449
Renda: R$ 50,098.00
Juiz: Luiz Orlando de Souza-SC
Cartões Amarelos: Marcelo, Eleomar, André, Wellington Amorim
Cartões Vermelhos: Marcelo Baiano 11/2
Gols: Luís Mário 18/1T, Paulo César 41/1T, Luís Mário 15/2T, Zinho 25/2T, Rubens Cardoso 41/2T

1ª Fase - Jogos de Volta

14/03/2001 - Quarta-feira
Gama-DF 2x0 Palmas-TO - Bezerrão
Botafogo-RJ 2x1 Sergipe-SE - Caio Martins
Ponte Preta-SP 8x1 Castanhal-PA - Moisés Lucarelli
Juventude-RS 5x0 Comercial-MS - Alfredo Jaconi
Paysandu-PA 1x1 Nacional-AM - Leônidas Castro
Fluminense-RJ 2x1 Cachoeiro-ES - Maracanã
Rio Branco-AC 1x0 Guajará-RO - José de Melo
América-MG 0x1 Goiânia-GO - Independência
Grêmio-RS 4x1 Villa Nova-MG - Olímpico
Santos-SP 5x1 Anapolina-GO - Vila Belmiro
São Raimundo-AM 6x0 Rio Negro-RR - Colina
Portuguesa-SP 2x1 Figueirense-SC - Canindé
Mixto-MT 2x0 URT-MG - Gov José Fragelli
Paraná-PR 2x2 Ceará-CE - Durival de Brito

22/03/2001 - Quinta-feira
Juventude-MT 4x0 Malutrom-PR - Asa Delta
Guarani-SP 4x1 Caxias-RS - Brinco de Ouro
Atlético-PR 2x0 Treze-PB - Arena da Baixada
* Nos pênaltis: Atlético-PR 3x2 Treze-PB *
Remo-PA 3x0 Santos-AP - Evandro Almeida
Flamengo-PI 2x1 Moto Clube-MA - Albertão

28/03/2001 - Quarta-feira
São Paulo-SP 10x0 Botafogo-PB - Morumbi

29/03/2001 - Quinta-feira
Coritiba-PR 3x0 Desportiva-ES - Couto Pereira
Internacional-RS 3x1 Vila Nova-GO - Beira Rio
Vitória-BA 2x1 ASA-AL - Barradão

11/04/2001 - Quarta-feira
ABC-RN 2x0 Náutico-PE - Machadão
Sport-PE 0x1 CSA-AL - Ilha do Retiro
Santa Cruz-PE 3x3 Lagartense-SE - Arruda

1ª Fase - Villa Nova-MG 3x2 Grêmio

VILLA NOVA-MG: Marcelo, Marcelo Baiano, Geovani; Eleomar; Ozéia, Paulinho, Anderson Duarte, Jean, Paulo César, Edmundo (Guiba 34/2); Wellington Amorim (Alexandre Jandaia 43/2).
Técnico: Mauro Madureira

GRÊMIO: Danrlei, Anderson Lima, Gabriel (Cláudio Pitbull 39/2), Mauro Galvão, Itaqui, Eduardo Costa (Vágner 13/2); Anderson Polga; Tinga, Zinho; Luís Mário (Rodrigo Mendes 16/2); Marcelinho Paraíba.
Técnico: Tite

Data: 14/3/2001 - Quarta-feira - 20:30
Estádio: Castor Cifuentes - Penidão,Nova Lima-MG
Juiz: Alvaro Azaredo Quelhas-RJ
Cartões Amarelos: Gabriel, Marcelinho Paraíba
Cartões Vermelhos: Tinga 29/2
Gols:Anderson Lima 34/1T, Paulo César 39/1T, Paulo César 07/2T, Anderson Lima 26/2T, Wellington Amorim 32/2T

Primeira Fase - Jogos de Ida

14/03/2001 - Quarta-feira
Guajará-RO 1x1 Rio Branco-AC - João Saldanha
URT-MG 2x1 Mixto-MT - Zama Maciel
Desportiva-ES 2x3 Coritiba-PR - Eng Araripe
Nacional-AM 3x0 Paysandu-PA - Vivaldão
Malutrom-PR 1x0 Juventude-SC - Pinheirão
Goiânia-GO 1x0 América-MG Serra - Dourada
Comercial-MS 2x1 Juventude-RS - Morenão
Figueirense-SC 2x3 Portuguesa-SP - Orlando Scarpelli
Caxias-RS 0x1 Guarani-SP - Centenário
Rio Negro-RR 1x2 São Raimundo-AM - Treze de Setembro
Castanhal-PA 0x1 Ponte Preta-SP - Maximino Porpino
Santos-AP 0x1 Remo-PA - Zerão
Sergipe-SE 2x3 Botafogo-RJ - Batistão
Anapolina-GO 1x2 Santos-SP - Jonas Duarte
Moto Clube-MA 1x2 Flamengo-PI - Castelão
Villa Nova-MG 3x2 Grêmio-RS - Castor Cifuentes
Americano-RJ 2x6 Goiás-GO* - Godofredo Cruz
Palmas-TO 0x0 Gama-DF - Nílton Santos
Ceará-CE 3x1 Paraná-PR - Presidente Vargas
América-RN 1x4 Bahia-BA* - Machadão
Ríver-PI 0x1 Flamengo-RJ* - Albertão
Joinville 1x3 Corinthians-SP - Ernesto Schllemm Sobrinho

15/03/2001 - Quinta-feira
Cachoeiro-ES 0x1 Fluminense-RJ - Eng Araripe
Treze-PB 2x0 Atlético-PR - Amigão
Sampaio Corrêa-MA 0x2 Fortaleza-CE* - Castelão

21/03/2001 - Quarta-feira
ASA-AL 1x2 Vitória-BA - Coaracy Fonseca
Operário-MS 0x6 Atlético-MG* - Morenão
Botafogo-PB 0x1 São Paulo-SP - Almeidão
Joinville-SC 1x3 Corinthians-SP* - Ernesto Sobrinho
Vila Nova-GO 3x3 Internacional-RS - Serra Dourada

04/04/2001 - Quarta-feira
Lagartense-SE 1x2 Santa Cruz-PE - Paulo Barreto
CSA-AL 3x4 Sport-PE - Rei Pelé
Náutico-PE 2x2 ABC-RN - Aflitos

Participantes

ABC FC (Natal)

Internacional (Porto Alegre-RS)

América FC (Belo Horizonte)

Joinville EC (SC)

América FC (Natal)

Juventude (Caxias do Sul-RS)

Americano FC (Campos)

Juventude (Primavera do Leste-MT)

Anapolina (Anápolis)

Lagartense (Lagarto-SE)

ASA (Arapiraca)

Malutrom (São José dos Pinhais-PR)

Atlético Mineiro (Belo Horizonte)

Mixto FC (Cuiabá-MT)

Atlético Paranaense (Curitiba)

Moto Club (São Luís-MA)

Bahia (Salvador)

Nacional FC (Manaus-AM)

Bandeirante (Brasília)

Náutico Capibaribe (Recife-PE)

Botafogo FC (João Pessoa)

Operário FC (Campo Grande-MS)

Botafogo FR (Rio de Janeiro)

Palmas FR (TO)

Cachoeiro FC (Cach.do Itapemirim)

Paysandu SC (Belém-PA)

Castanhal EC (PA)

Ponte Preta (Campinas-SP)

Caxias (Caxias do Sul)

Portuguesa Desp. (São Paulo-SP)

Ceará SC (Fortaleza)

Remo (Belém-PA)

Comercial (Campo Grande)

Rio Branco FC (AC)

Corinthians Paulista (São Paulo)

Rio Negro C (Boa Vista-RR)

Coritiba FC (Curitiba)

River AC (Teresina-PI)

CSA (Maceió)

Sampaio Corrêa FC (São Luís-MA)

Desportiva Ferroviária (Cariacica)

Santa Cruz FC (Recife-PE)

Figueirense FC (Florianópolis)

Santos FC (Macapá, AP)

Flamengo (Rio de Janeiro)

Santos FC (SP)

Flamengo (Teresina)

São Paulo FC (SP)

Fluminense FC (Rio de Janeiro)

São Raimundo EC (Manaus-AM)

Fortaleza EC (CE)

Sergipe (Aracaju-SE)

Gama (Brasília)

Sport Club do Recife (PE)

Goiânia EC (GO)

Treze FC (Campina Grande-PB)

Goiás EC (Goiânia)

URT (Patos de Minas-MG)

Grêmio FBPA (Porto Alegre)

Vila Nova FC (Goiânia-GO)

Guajará EC (Guajará)

Villa Nova AC (Nova Lima-MG)

Guarani FC (Campinas)

Vitória (Salvador-BA)